8 de dez de 2012

Brasil Profissionalizado, Pronatec, Projovem...

O GOVERNO FEDERAL, através do programa BRASIL PROFISSIONALIZADO, já investiu mais de R$ 1,5 bilhão em convênios pelo Ministério da Educação para fortalecer as redes estaduais de educação profissional e tecnológica. Dessa forma, o Governo Fe
deral está possibilitando a estruturação de Escolas de nível médio profissionalizantes estaduais em todo o Brasil.



Da mesma forma, o PRONATEC, criado em 2011, já beneficiou mais de 2,5 milhões de jovens. A meta da presidenta Dilma é chegar a 8 milhões até 2014. O programa oferece, por meio dos institutos federais e estaduais de educação e do Sistema S, educação profissional e tecnológica a jovens e trabalhadores.

Também, temos a expansão do Ensino Superior no Brasil (decisiva) e, além de outras iniciativas, a permanência de programas como o "Projovem Trabalhador" e o "Projovem Urbano", que fazem parte da Política Nacional de Juventude. Para se ter uma ideia, apenas no município de Fortaleza o Projovem Urbano já formou mais de 25 mil jovens.

Certamente, "País Rico é País Sem Pobreza" - e com juventude capacitada e valorizada estamos no caminho certo.


http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12325&Itemid=663

http://pronatec.mec.gov.br/index.php

http://portal.mte.gov.br/politicas_juventude/projovem-trabalhador-1.htm

http://www.projovem.gov.br/site/

30 de set de 2012

Tanto a Prefeitura como o Governo do Estado atingiram suas metas na Prova do MEC. Porém, é importante destacar a evolução dos resultados obtidos pela Prefeitura, que partiu de um patamar inferior:


Outro parâmetro importante para avaliar a rede municipal de ensino é a possibilidade de comparação com as escolas do Estado que ainda mantêm a Educação no nível fundamental:









A comparação da Rede Municipal de Fortaleza com as demais Capitais do Nordeste também mostra uma evolução. Avaliando de 2005 a 2011, nas duas séries de referência da prova, Fortaleza ultrapassou São Luis, Natal e Maceió no 5º ano e Natal, Aracaju e Recife no 9º ano.
Também, é importante observar que as Metas estabelecidas pelo MEC para Fortaleza foram atingidas e superas em 0,2 no 5º ano e em 0,4 no 9º ano.


12 de jun de 2012

Crônica de uma pseudo aliança

O Partido dos Trabalhadores decidiu, já fazem 6 anos, aliar-se ao grupo político nascido sob comando da tradicional família dos Ferreira Gomes, no intuito de isolar o projeto até então hegemônico no Ceará, liderado pelo PSDB. A tática de aproximação com a “República de Sobral” funcionou e, em apenas 4 anos, o PSDB já amargava forte declínio.
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Passada esta etapa, esfria a relação entre a nova direção do PSB (agora completamente dominada pelos Ferreira Gomes) e o PT de Fortaleza, cujo diretório municipal tem sido historicamente digirido pelas correntes mais à esquerda do Partido. Na realidade, mais do que frieza das relações, percebe-se que depois de derrotar Tasso, é iniciada a ação daqueles que, de ambos os lados, queriam o fim da recente aliança.
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No caso do PT a ação manteve-se principalmente interna, com poucas aparições e consequências. No interior das tendências, principalmente em Fortaleza, eram constantes os debates sobre as limitações da aliança e cada vez mais exigida uma postura autônoma do PT para a próxima conjuntura municipal.
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Do lado do PSB, porém, os ânimos não puderam ser contidos. Os problemas começaram a ser externalizados rapidamente. Ciro Gomes, pouco afeito à existência de posições diferentes da sua, disparou incessantemente contra o PT e o Governo Municipal de Fortaleza. Noutro flanco, na Casa Civil do Governo Estadual, o Secretario Arialdo Pinho, por sua vez, passou a operar no âmbito do secretariado do Governo Cid contra as políticas públicas do Governo Luizianne. O Estado passou a reduzir mais ainda sua ação social em Fortaleza, focando-se nos grandes projetos como Pavilhão de eventos e Acquário.
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Com efeito, os elementos que caracterizam uma aliança foram sendo paulatinamente perdidos no seio dos quadros do PSB. A defesa pública foi substituída pelo ataque. A postura do Governo do Estado para com a Prefeitura mudou e seus secretários passaram de apoio\suporte ao ataque contra a gestão municipal.
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A insatisfação no PT aumentou. Qualquer plenária em Fortaleza trazia a reclamação acerca do motivo de ter-se que defender constantemente, de público, em situações constrangedoras, exatamente o grupo dos Ferreira Gomes, de onde eram recebidos os principais ataques.
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Por fim, após mais de um ano de gradual afastamento, veio o ultimato do PSB: o Governador queria escolher o candidato do PT em Fortaleza. Evidentemente, repetiu-se: a base se mobilizou para indicar um dos seus, de forma autônoma. Sabe-se que a militância do Partido dos Trabalhadores na capital é, sem dúvida, diferenciada. Com organização e capilaridade na maioria dos bairros e categorias de trabalhadores, essa força demonstra vigor principalmente quando se sente desafiada e/ou tolhida. Dirigentes hábeis, a exemplo de Luizianne, caminham nesse fluxo.
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Por sua vez, Elmano era o nome ideal para o tipo de missão que se avistava. Vindo das plenárias populares do orçamento participativo, foi aclamado nas urnas petistas exatamente porque se encaixava perfeitamente nesse sentimento das bases. Era o filho da conjuntura para o futuro. Com efeito, mais uma vez os substratos políticos em torno do Governador, como os Renegados Ciro e Arialdo, resumiram seu esbravejar em não querer o candidato da base do PT. Ora, claro que jamais aceitariam. Agora, fazem como o rei Xerxes da Persia, desembarcando felizes e gananciosos nas praias gregas, para ingênuos enfrentarem um bloco compacto e impenetrável em uma aventura épica onde representam o atraso.
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Desta feita, de qualquer ponto de vista, o Governador Cid certamente cometeu um grave erro. Não agora, talvez um ou dois anos atrás, quando permitiu o início das rusgas. Mostrou fraqueza. Cercou-se dos irmãos sem habilidade e de petistas adversos à Luizianne (como Salmito), talvez propositadamente. Selou assim seu destino: enfrentar (a troco de nada) uma força perene, militante e apaixonada.